“A leitura do mundo precede a leitura da
palavra, daí que a posterior leitura desta não pode prescindir da continuidade
da leitura daquele (A palavra que eu
digo sai do mundo que estou lendo, mas a palavra que sai do mundo que eu estou
lendo vai além dele). (...) Se for capaz
de escrever minha palavra estarei, de certa forma transformando o mundo. O ato
de ler o mundo implica uma leitura dentro e fora de mim. Implica na relação que
eu tenho com esse mundo”.
(Paulo Freire – Abertura do
Congresso Brasileiro de Leitura – Campinas, novembro de 1981)

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